domingo, 5 de fevereiro de 2012

Como Perder Peso Rápido

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Você já deve estar cansada de escutar isso: dietas que agem rapidamente não geram perdas permanentes. Mas e naquelas horas em que você quer perder um pouco de peso de forma rápida? Nessas horas é difícil não cair na tentação das famosas dietas do limão ou da dieta de emergência.

Mas o que há de errado em perder 2 quilos de forma rápida e mostrar um corpo esbelto para seus amigos e sua família? Na verdade, não há nada de errado em perder peso rápido, contanto que  você faça isso da forma certa. É muito comum pessoas que começam uma dieta de longa duração com dietas rápidas, e tem pleno sucesso com isso.

Aliás, ter um objetivo como “Vou perder 3 quilos até o casamento da minha prima” ou “Vou perder 5 quilos até o carnaval”, ajudam bastante na hora da dieta pois são muito motivacionais. Mas ainda assim você precisará planejar uma dieta que não pare no evento, mas que continue após ele. Outra coisa, não espere para começar quando estiver faltando apenas 1 semana, quanto mais cedo começar melhor.

Como fazer?

Você terá que seguir uma fórmula simples: queimar mais calorias do que as que você ingere. No geral, os especialistas dizem que uma média boa para manter é queimar 500 calorias a mais do que você ingerir no dia, no final da semana você terá emagrecido quase um quilo.

A cada 1.200 calorias que você ingerir, faça 1 hora de exercício por dia. Simples não? Não sabe quantas calorias está ingerindo em determinada comida? Então confira nossa tabela de calorias. Além disso, se você reduzir o consumo de sal e amido, vai perder ainda mais peso.

O seu consumo diário por dia deve ficar em torno de 15 calorias por quilo que você tenha. Então, se você pesa 80 quilos, deve consumir diariamente 1.200 calorias. Mas note que você nunca deve ingerir menos do que 1.050 calorias, principalmente se estiver se exercitando.

A sugestão de um nutricionista renomado, Dawn Jackson, autor do livro A Dieta Flexitarian, dá as seguintes dicas:

  • Coma bastante vegetais de baixa caloria, eles irão te ajudar a sentir satisfeita.
  • Beba bastante água para que você não confunda fome com sede.
  • Retire todas as comidas de tentações da sua casa.
  • Mantenha-se ocupada, para que não fique comendo por tédio.
  • Só coma de um único prato e sempre sentada à mesa.
  • Sempre faça três refeições e um pequeno lanche por dia, sem pular ou acumular nenhuma refeição.

Se pesar todo dia e manter o controle do que come te ajudará a manter o foco, vendo sua progressão diariamente você verá que todo o sacrifício não está sendo em vão.

Exercícios são essenciais para qualquer dieta, enquanto quer perder peso rapidamente você poderá aumentar a carga de exercícios para perda de peso. A maioria das pessoas conseguem se exercitar uma hora por dia, mas dependendo da sua saúde física você poderá bem mais. Lembre-se da máxima: está suando? Então está perdendo peso.

As dicas são muito boas, mas não se esqueça, se fizer uma dieta rápida e não planejar uma dieta duradoura para manter o peso, todo o sacrifício feito sumirá em menos de 2 dias.

domingo, 27 de novembro de 2011

Alimentos antiinflamatórios: imunidade reforçada


alimentos_saudaveis1Aprenda a utilizar os alimentos, aumente suas defesas e se proteja das doenças!
Não é de hoje que o homem utiliza os alimentos para fins terapêuticos. A idéia de trocar os medicamentos das farmácias e drogarias pelos alimentos contidos na feira e nas gôndolas do supermercado ganha destaque a cada nova descoberta da ciência da Nutrição. Entretanto, apesar de existirem grupos de alimentos com potencial específico para prevenir e combater um leque de doenças e disfunções existe também alimentos que devem ser utilizados com cautela, visto que anulam ou até mesmo agravam o processo.
Como exemplo podemos citar o processo inflamatório. O consumo frequente de determinados alimentos pode resultar tanto na ativação quanto na inibição da ação inflamatória. Por isso, agregar alimentos antiinflamatórios à dieta e, em contrapartida, reduzir o consumo de alimentos pró-inflamatórios podem trazer grandes benefícios, melhorando ou até inibindo inflamações no organismo.
Você sabia que as pessoas que consomem a chamada “dieta ocidental”  obtêm de 20 até 50 vezes mais alimentos que estimulam a inflamação (pró-inflamatórios) do que aqueles responsáveis por combatê-la (antiinflamatórios)? Pois é!  Isso gera uma produção em larga escala de substâncias inflamatórias no nosso organismo, que acaba com nossas defesas e favorece o aparecimento de diversas doenças como câncer, diabetes, doenças do coração, Alzheimer, alergias, artrite e obesidade.
Os alimentos antiinflamatórios agem fortalecendo nossas defesas e  equilibrando nosso organismo, ou seja, aumentam nossa imunidade. Entre eles, se destacam o ômega-3 encontrado nos peixes de água fria como sardinha, atum, arenque, cavalinha e salmão e na semente de linhaça. Outros alimentos importantes que não devem faltar no plano alimentar para espantar de vez a inflamação são os legumes e as verduras principalmente alho cru, cebola, espinafre, tomate e pimentão vermelho; as oleaginosas como castanhas e amêndoas;  as leguminosas como feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e soja; os chás de ervas principalmente o chá-verde e o chá de alecrim; a clara do ovo; as frutas principalmente as de coloração amarelo-alaranjadas e vermelhas; o azeite de oliva extravirgem e o óleo de canola; o gengibre e as crucíferas como brócolis, couve, couve-flor, nabo, rabanete e repolho.
Por outro lado, os alimentos pró-inflamatórios devem ser evitados ou consumidos com moderação. São eles: alimentos ricos em ômega-6 como os óleos vegetais de soja, algodão, milho e girassol; cereais refinados como pão francês, massas, arroz polido, bolachas de água de sal ou de maizena, fubá e bolo simples; as carnes suínas e bovinas gordas; os embutidos como salsicha, linguiça e salame; os leites e derivados integrais como queijos amarelos, requeijão, creme de leite e manteiga; os refrigerantes, as bebidas alcoólicas e as frituras. Além disso, os chamados “produtos industrializados” são grandes vilões no desenvolvimento da inflamação devido aos diversos corantes, conservantes, aromatizantes, flavorizantes e tantas outras substâncias químicas que possuem.
Entretanto, vale lembrar que a inflamação é um processo natural e necessário ao nosso organismo, e não deve ser vista apenas como algo negativo. Ela se torna essencial, por exemplo, frente à ocorrência de um ferimento ou para proteger contra alguma infecção, servindo de defesa para nosso corpo. A situação só se agrava quando as inflamações passam a ocorrer de modo contínuo e desenfreado, gerando alterações importantes no nosso equilíbrio celular. Em outras palavras, transformando o indivíduo em uma “inflamação ambulante”.
Por isso, tenha muita atenção: nem sempre um alimento é tão inofensivo quanto parece e pode ser “a pedra no sapato” de quem o saboreia diariamente. Tenha, portanto, equilíbrio no consumo dos alimentos antiinflamatórios e pró-inflamatórios, sempre priorizando aqueles que contribuem para sua saúde e bem-estar.
Fonte:  ANutricionista.Com - Laura dos Santos Pola - CRN3 27426/P - Nutricionista em Bauru.

domingo, 25 de setembro de 2011

Benefícios dos alimentos antioxidantes:

Os alimentos  antioxidantes são os responsáveis por neutralizar o nível de radicais livres, resultantes de reações químicas que ocorrem normalmente no organismo.

O aumento desse radicais é estimulado por fatores como poluição, cigarro, corantes em alimentos, gorduras saturadas, frituras, dentre outros. Eles danificam as células, acelerando o envelhecimento e o surgimento de doenças. Assim, os antioxidantes auxiliam na prevenção desses problemas.

Exemplos: abóbora, cenoura, frutas vermelhas e escuras, frutas cítricas, brócolis, couve, castanhas e cereais integrais.

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Os nutrientes necessários para o nosso desenvolvimento e para a perfeita manutenção de nossas funções vitais estão todos concentrados em frutas, verduras, legumes, carnes, ovos, peixes e óleos vegetais. Mas o que pouca gente sabe é que eles também colaboram para a prevenção de uma série de doenças causadas pela ação dos radicais livres que afetam nosso organismo.

E não estamos falando apenas de gripes, resfriados e infecções, mas também de doenças degenerativas graves, problemas cardiovasculares e até mesmo envelhecimento precoce.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Os benefícios da bicicleta

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Para quem quer emagrecer e melhorar o condicionamento físico, mas sente que a caminhada não é assim, tão motivadora, uma boa opção é pedalar.

Dentro ou fora das academias, o exercício feito em bicicletas pode resultar numa série de benefícios, como aumento da capacidade cardiorrespiratória e redução do peso corporal.

A prática está entre uma das melhores para prevenir e tratar hipertensão, infarto do miocárdio e colesterol alto, entre outras doenças.

Em uma hora de pedaladas é possível perder entre 300 e 500 calorias. O consumo vai depender da carga e velocidade.

No spinning (uma das variações dos exercícios feitos em bicicleta), por exemplo, em que existe simulação de vários tipos de terreno, chega-se facilmente às 500 calorias.

Na bicicleta vertical, é preciso cuidado extra com a postura ou o praticante pode sentir sérias dores na coluna.

No modelo horizontal, mais confortável, o aluno se sente mais motivado. Nesse caso, o fortalecimento dos músculos abdominais e das costas é um pouco menor. Em compensação, como o estresse é menor, ocorrem menos lesões, enfraquecimento da coluna e hérnia de disco.

Por todos esses benefícios, atualmente, elas são as preferidas nas academias.

A decisão de praticar ciclismo ou outra atividade de academia feita na bicicleta exige cuidados, especialmente se o objetivo é preservar a saúde e aproveitar ao máximo os resultados que podem ser obtidos.

Para começar, o sistema osteomuscular não pode estar comprometido. Para quem tem lesão no joelho, quadril ou coluna, por exemplo, o melhor é descartar a idéia de pedalar.

Portadores de cardiopatias, diabéticos e hipertensos se beneficiam mais do exercício quando ele é praticado no fim da tarde. O mais importante, contudo, é manter um horário fixo, para que o organismo se adapte melhor.

Pessoas cardíacas devem consultar um médico para verificar se podem exercitar-se sem riscos.

No ciclismo, assim como na natação, existe a vantagem da eliminação do efeito do peso corporal, mas é fundamental que o exercício seja constante. Se o objetivo é emagrecer ou conseguir condicionamento, as pedaladas não podem ser em ritmo de passeio.

Para andar nas ruas, aliás, é preciso encontrar um espaço adequado, evitando paradas de semáforos, por exemplo, que podem prejudicar a qualidade do exercício, já que quebram a continuidade.

No mais, na rua ou na academia, é preciso adotar uma série de cuidados com relação ao equipamento. Ele deve ser ajustado às condições corporais de cada pessoa para que o exercício seja bem feito e não cause problemas.

Efeito das pedaladas:
- Combate estresse e depressão: As contrações cardíacas tornam-se mais eficazes e, com isso, o sangue chega mais rapidamente ao cérebro, diminuindo, assim, a incidência de ansiedade, angústia e depressão.
- Melhora relações sexuais: Como ocorre uma tonificação dos vasos das coxas e das pernas, a irrigação sanguínea nos órgãos genitais e vasos pélvicos é intensificada, o que colabora com uma melhor ereção peniana e aumenta a lubrificação vaginal, levando a uma relação sexual prazerosa.
- Emagrece: Combinadas a uma dieta saudável e com baixas calorias, as pedaladas auxiliam na perda de peso, no controle de peso, além de favorecer o emagrecimento, reduzindo a gordura corporal.
- Faz ser mais feliz e ter bom sono: O ato de pedalar estimula a liberação das endorfinas (morfinas endógenas - que fazem com que o indivíduo seja mais feliz), aumenta também os níveis de serotonina (o chamado hormônio da felicidade), gerando o relaxamento, fatores essenciais para um sono saudável.
- Reduz colesterol e triglicérides: Com a prática constante do ciclismo, ocorre consumo das gorduras e diminuição do colesterol total e LDL (colesterol ruim), além dos triglicerídeos.
- Evita o infarto: Ocorre também diminuição da glicemia, controlando a diabetes, que é fator de risco para a formação da placa aterosclerótica, que leva a angina e ao infarto agudo do miocárdio.
- Diminui a pressão arterial: Pedalar com frequência tonifica os vasos sanguíneos (artérias e veias) e faz com que eles relaxem mais facilmente, contribuindo com a diminuição da pressão arterial, que é um importante fator de risco para doenças coronarianas.
- Aumenta a imunidade: com a melhora na contração cardíaca, o sistema imune fica estimulado e eleva a produção de glóbulos brancos, ajudando o organismo a defender-se de vírus e bactérias.
- Melhora a Respiração: O esforço das pedaladas aumenta a freqüência cardíaca, melhorando oxigenação dos pulmões e dos tecidos.
- Garante boa forma e fôlego de atleta: A prática recorrente do ciclismo tonifica os músculos das pernas, além de aumentar o desempenho aeróbico e cardiovascular.

Ajuste seu equipamento:

• A altura do selim deve ser regulada para que, quando a perna estiver na posição mais distante, o joelho ainda esteja levemente flexionado.

• A altura do selim deve estar alinhada com a ponta do canote do guidão.

• A distância entre o selim e o guidão deve ser a soma do antebraço mais a mão estendida, de forma que o cotovelo fique encostado na ponta do selim e o dedo na ponta do canote.

Cuidados básicos:

• É fundamental levantar-se do banco a cada 5 ou 10 minutos. Estudos mostram que a falta de circulação pode ocasionar problemas circulatórios e neurológicos.

• As roupas devem ser adequadas à prática de exercício. Existem bermudas especiais, acolchoadas. Os bancos de gel também são uma opção para evitar, por exemplo, lesões no períneo. Ambos diminuem impactos na região pubiana.

• Um instrumento importante é o relógio, que vai medir a duração da sessão de caminhada ou da bicicleta. Um walkman pode ser interessante, na medida em que realizar exercício com música ajuda a relaxar.

• O ideal é fazer alongamentos durante 10 minutos antes e depois da atividade física.

• A qualquer sinal de dores, cãibras, falta de ar, cansaço extremo, é recomendado parar. Depois, procure um médico.

Alimentação e hidratação:

• Nenhum exercício deve ser feito em jejum. O correto é fazer lanches leves, pelo menos uma hora antes, à base de carboidratos.

• Para uma boa hidratação, o ideal é ingerir 300 mililitros de água uma hora antes do exercício e 100 mililitros a cada 15 minutos de atividade. Isotônicos devem ser usados por quem pratica mais de uma hora de exercícios.

Proteção:

• Para quem vai fazer o exercício fora da academia, proteção contra os efeitos nocivos dos raios solares é fundamental.

Para os olhos, use óculos escuros com proteção UVA e UVB. Para a pele, não dispense um bom filtro solar. Evite os horários de sol forte.