quarta-feira, 23 de março de 2011

Solução para Problemas de Postura

coluna1Já se pegou sentado todo torto? Com dor nas costas, lombar ou pescoço?Reparou que os ombros estão um pouco desalinhados? Ou que você tem os ombros curvados para frente?
Todos esse são sinais que você possuí um problema postural, mas fique traquilo 90% da população possuí problemas posturais. Mas vamos falar da SOLUÇÃO PARA CADA UM DOS DIFERENTES PROBLEMAS!

-Hiperlordose Cervical e Lombar
-Sintomas: Sentar torto e ter dor nas costas,lombar e pescoço
É um sinal que você possuí encurtamento de toda cadeia posterior, alongamentos de cadeia posterior, lombar e posterior de coxa vão ajudar.

-Escoliose
-Sintomas: Ter um ombro mais “alto” que o outro.
É um problema que deve ser diagnosticado para qual lado é o desvio postural para que seja possível se focar realizando o tipo correto de trabalho para cada lado. Esse problema tem que ser corrigido antes de atingir gravidade pois se torna irreversivel.

-Hipercifose
-SintomasOmbros para frente
É um problema comum, e comum também em praticantes de musculação que se utilizam de um treinamento incorreto, que acaba por gerar desequilíbrio muscular. É necessário alongar e fortalecer diversas musculaturas afim de reestabelecer o equilíbrio de forças das musculaturas.

Todos desvios posturais podem acabar por gerar dores crônicas e para evitar essas dores é necessário um trabalho especializado para corrigir o problema é fazer você alcançar seus outros objetivos … SEM DOR!

Abraços e Bons Treinos

Ricardo Wesley – Personal Trainer

domingo, 20 de março de 2011

Dieta anti-inflamatória: Perca 2 kg em apenas uma semana

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Acabe de vez com a sensação de inchaço

A sensação de inchaço é provocada pelos alimentos que você escolhe colocar na boca. Muitos deles causam uma inflamação nas células, o que acaba contribuindo para o corpo ficar todo inchado.

“Durante o processo inflamatório, o organismo desencadeia várias alterações. Quanto mais deficiência a pessoa tiver em determinados nutrientes, pior será a reação da inflamação sobre o corpo”, explica a nutricionista Solange Saavedra, gerente técnica do Conselho Reginal de Nutricionistas de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

A escolha é sua!
Mas felizmente esse problema tem solução. Uma alimentação rica em alimentos anti-inflamatórios (sim, eles existem!) impede que as células inflamem e ajuda o corpo a realizar atividades importantes, como descartar as toxinas, acelerar o metabolismo e evitar o envelhecimento precoce.

Por outro lado, os alimentos prejudiciais atrapalham o bom funcionamento das células, já que elas não conseguem processar o excesso de gorduras saturadas, frituras e açúcares e acabam sofrendo uma inflamação. Confira a seguir os alimentos que você pode colocar no seu prato sem medo e veja como perder até dois quilos por semana e detonar o inchaço da sua vida de uma vez por todas.

Conheça o fator inflamatório (FI) dos alimentos

Desenvolvido pela nutricionista americana Monica Reinagel, o fator inflamatório (FI) indica se o alimento que você coloca no prato está ajudando – ou atrapalhando… – a sua dieta!

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Pão e manteiga entram na lista dos alimentos com fator inflamatório negativo

1. Fator inflamatório negativo

Este grupo provoca inflamação nas células e, inflamadas, elas não eliminam toxinas. Pra se defender, o organismo responde com mais inflamação. Daí surgem o inchaço e o peso extra. Quanto maior o FI negativo, mais inflamação o alimento causa. Coma menos alimentos deste grupo e, ao comê-los, prefira os que têm o número mais baixo.

Carboidratos e Cereais integrais
· Arroz parboilizado cozido: -123
· Arroz integral cozido: -103
· Aveia: -84
· Batata: -70
· Pão de forma integral: -72
· Espaguete integral cozido: -33

Proteínas
· Bacon: -99
· Bife magro: -2
· Carne de porco: -133
· Peito de frango: -9
· Ovo: -43
· Peito de peru: -16

Leites e derivados
· Cream cheese: -260
· Leite desnatado ou semi: -43
· Iogurte natural desnatado: -4
· Manteiga: -720
· Mussarela: -14
· Ricota: -69

Frutas
· Abacaxi: -22
· Ameixa: -46
· Banana: -215
· Figo: -13
· Laranja: -65
· Maçã: -50
· Mamão papaia: -3
· Melão: -3
· Morango: -3
· Pera: -4
· Pêssego: -45

Vegetais
· Berinjela: -3

Sementes oleaginosas e leguminosas
· Ervilha: -30
· Lentilha: -2
· Nozes: -158
· Noz-moscada: -17

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As verduras entram na lista dos alimentos com fator inflamatório positivo

2. Fator inflamatório positivo

Este grupo de alimentos tem ação anti-inflamatória, ou seja, eles ajudam a combater a inflamação e, de quebra, facilitam a perda de peso. Para completar, ele afasta doenças, rugas e celulite. Quanto maior o FI, maior a intensidade anti-inflamatória do alimento. Portanto, use e abuse dos alimentos deste grupo.

Proteínas
· Atum: 464
· Bacalhau (lavado e salgado): 212
· Camarão: 10
· Filé de peixe: 31
· Salmão: 601

Leites e derivados
· Queijo cottage: 9

Frutas
· Abacate: 52
· Acerola: 340
· Goiaba: 104
· Limão: 38
· Uva rubi: 53

Vegetais
· Alface: 52
· Alho: 4939
· Almeirão: 46
· Beterraba: 8
· Brócolis: 56
· Cebola: 387
· Cenoura: 193
· Couve: 24
· Espinafre: 78
· Nabo: 136
· Pepino: 4
· Pimentão vermelho: 276
· Rabanete: 24
· Repolho: 9
· Tomate: 1

Soja e derivados
· Soja: 29
· Leite de soja: 10

Gorduras
· Azeite de oliva: 73
· Óleo de canola: 72

Oleaginosas e leguminosas
· Amêndoa sem sal: 312
· Castanha-do-pará: 146
· Feijão: 18
· Semente de linhaça: 26

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Aposte em um suco de uva para o café da manhã

Cardápio anti-inflamatório

Café da manhã
· 1 copo (200 ml) de suco de uva integral
· 2 fatias de pão de forma sem glúten (ou integral light)
· Omelete de clara (3 claras com 1 col. de sopa de semente de linhaça, sal e orégano)

Lanche
· 1 xíc. de chá-verde (ou branco)

Almoço
· Salada: Alface, erva-doce fresca, 2 col. (sopa) de cenoura ralada, 1 rabanete ralado. Tempere com pouco sal, limão e azeite.
· 3 col. (sopa) de arroz com brócolis
· 1 filé grande de pescada branca cozida no vapor
· 1 fatia de abacaxi com hortelã picado

Lanche
· Vitamina: 1 copo de leite desnatado batido com 1 fatia de papaia

Jantar
· 1 prato (fundo) de sopa de lentilha com legumes
· 2 col. (sopa) de brócolis no vapor e temperado com azeite e alho
· 1 ameixa vermelha

Ceia
· 1 xíc. de chá de camomila
· 8 morangos

quinta-feira, 10 de março de 2011

Vigilância Sanitária acha comida estragada em camarotes da Bahia

carboidratos_10972_13972A Vigilância Sanitária de Salvador recolheu nos dois primeiros dias de carnaval (quinta e sexta) mais de cem quilos de produtos impróprios para consumo em camarotes do circuito Barra-Ondina, o principal da festa na capital baiana.

Houve apreensão de 34 quilos de calabresa processada, 40 quilos de camarão sem identificação, 20 quilos de gelo acondicionados em sacos de lixo e 272 pizzas impróprias para consumo.

O órgão também recolheu 19 itens de cosméticos sem procedência e com data de fabricação de 2003, como lápis de olhos, sombras e blush.

Técnicos da Vigilância Sanitária alertam as pessoas que utilizam serviços de maquiagem dos camarotes sobre o risco de contaminação decorrente do uso de produtos vencidos. “Que procurem saber o máximo de informações possíveis sobre os produtos, principalmente a validade”, informou o órgão.

A Vigilância Sanitária do município não informou os nomes dos camarotes em que houve apreensão de produtos.

O trabalho do órgão no carnaval também envolve a fiscalização do descarte de dejetos dos banheiros dos carros de apoio dos trios elétricos. Somente na sexta-feira houve acompanhamento do descarte de 170 mil litros de excrementos em pontos de vazão apropriados. O volume equivale a 7% da capacidade de uma piscina olímpica, ou à quantidade média diária de urina produzida por 283 mil pessoas.

http://ultimosegundo.ig.com.br

Metade da carne comercializada no país não tem fiscalização

imagesNada menos do que metade de toda a carne produzida no país e que vai parar no prato dos brasileiros escapa de qualquer avaliação pelos inspetores federais da vigilância sanitária. Em razão de limites constitucionais, a União inspeciona apenas carnes processadas em indústrias e frigoríficos que vendem para outros estados e ao exterior. O que foge à jurisdição do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por circular exclusivamente na cidade ou na região, é responsabilidade de órgãos locais, sobretudo, aqueles vinculados aos municípios. O resultado disso é a convivência de uma realidade paralela, de completa incerteza, em açougues e feiras.

 

A situação da carne que sai do campo para a mesa do brasileiro preocupa não só consumidores, mas os próprios pecuaristas. Sob pressão dos mercados doméstico e internacional, empresários rurais cobram mais empenho dos serviços públicos de vigilância e alertam para danos à imagem do setor. “A persistência do comércio ilegal de carne vermelha não interessa a ninguém. Quanto maior a formalização e o controle sanitário, melhor para o desenvolvimento dos negócios”, diz Geraldo Borges, presidente do sindicato dos Criadores de Bovinos do Distrito Federal (SCDF).

O Serviço de Inspeção Federal (SIF) atua junto a 3,82 mil estabelecimentos registrados no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Ele cobre 21 milhões de cabeças de bovinos oficialmente abatidos por ano, de um universo estimado em 40 milhões. Só em Mato Grosso, foram abatidos clandestinamente 2,5 milhões de bovinos em 2010, ante 4,33 milhões de abates legais, segundo o governo estadual, que determinou fiscalização extra na trilha da fazenda ao açougue.

Elson Cascão, um dos maiores criadores de gado de elite do Distrito Federal, acredita, contudo, que a elevação da renda da pecuária está favorecendo a regularização de toda a cadeia produtiva. O empresário aposta em uma gradual exclusão dos intermediários clandestinos “pela lei da oferta e da procura”, impulsionada por clientes mais exigentes, pecuaristas capitalizados e grandes redes de frigoríficos. “O abate marginal já é escasso em regiões competitivas e o avanço do poder de consumo das classes C e D acabará por impor indicadores de qualidade ao varejo”, lembra Cascão. “Na maioria das vezes, a aparência denuncia a carne sem inspeção”, justifica. Os infratores podem receber duras punições, capazes até de obrigá-los a fechar as portas.

O DF é uma das raras exceções no país, com a carne bovina quase toda destinada a frigoríficos inspecionados regularmente. A geografia restrita e o perfil da produção — 60% concentrada em rebanho leiteiro e o restante dominado pelo gado geneticamente selecionado — permite aos produtores vender para poucas empresas, quase todas goianas. Com esse arranjo produtivo, o espaço para a pecuária de corte fica contido e o abastecimento local precisa ser complementado por carnes vindas de fora, sobretudo, Goiás e Minas Gerais — sob o crivo federal. A vigilância da mercadoria abatida e vendida em cidades do DF é de competência da Secretaria de Estado de Agricultura (Seapa), por meio da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal.

O cenário aparentemente confortável não tranquiliza os criadores, que exigem mais eficácia no controle de abates clandestinos em todas as esferas de governo e ainda reclamam dos serviços de saúde animal — que tratam do gado vivo e ainda na propriedade. “O combate e o monitoramento de alguns importantes parasitas são exclusivos de fazendeiros, com diagnóstico feito por laboratório privado e sem qualquer subsídio”, adverte Geraldo Borges, presidente do SCDF. A pesada concorrência no mercado internacional de carnes, liderado pelo Brasil, completa o representante dos produtores, é outro gargalo porque deixa os pecuaristas nacionais ainda mais expostos a episódios negativos. “Uma simples suspeita leva mercados inteiros a se fecharem, com prejuízos para exportadores de diferentes estados”, reforça Borges.

O Ministério da Agricultura reconhece que o tema é sensível e promete apresentar neste semestre proposta de reformulação do marco regulatório da vigilância sanitária. Enquanto isso, será empreendido um esforço para simplificar regras, agilizar processos e investir em informática e gestão. Mas a principal resposta do governo federal para mitigar a escassez de inspeção está resumida na sigla Suasa, de Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária. Impedido de intervir nos serviços de vigilância que considera falhos, o Mapa tenta convencer órgãos parceiros a integrarem o projeto e a aderirem aos procedimentos que garantem reconhecimento mundial da vigilância federal. A migração abriria, automaticamente, vendas de produtores locais em todo território brasileiro e em 150 mercados no mundo.
Do Correio Braziliense